quarta-feira, 3 de junho de 2009

A Resolução do Mistério


Em 1962, è evocado o cinquentenário do naufrágio. E este cinquentenário è marcado por duas mortes. Primeiro a de Stanley Lord, aos 84 anos. Assegura-se que as suas últimas palavras foram: «Eu não pude salvá-los; eu não estava lá.»
Devemos desconfiar destas frases do último suspiro, mas è possível que fossem sinceras. A segunda morte ocorre em Oslo, a de um capitão norueguês de nome Henrick Naess. Quem è este desconhecido? Qual a sua relação com o Titanic?
Porquê falar dele? Porque, precisamente, este homem possuía a chave do mistério que rodeava o naufrágio de paquete, o mistério do navio desconhecido.
Henrick Naess navegava desde os seus 15 anos. Aos 33, comandava um barco de caça à foca, o Samson, que, todos os anos, deixava Alesund para uma temporada de pesca no Norte canadiano. Na primavera de 1912, entra na Europa com uma carga de peles de focas. Depois de ter costeado Labrador, Terra Nova, ruma em direcção a este-nordeste e, na noite de 14 para 15 de Abril, teve de parar devido a icebergues. Então, por volta da 00h30m «ele vê de repente como que duas grandes estrelas a sul-sudoeste».

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