quarta-feira, 3 de junho de 2009


No início de 1890, duas grandes companhias inglesas, a Cunard e a White Star Line disputavam palmo a palmo a supremacia no Atlântico Norte. A Cunard tinha lançado, o Mauritania e o Lusitania e a White Star, para não ficar atrás, resolve em conjunto com os estaleiros da Harlen & Wolf em Belfast, Irlanda, construir um trio de “gigantes” denominados, Titanic, Olympic e Gigantic (mais tarde baptizado Britannic). Os dois primeiros foram construídos em paralelo, tendo sido o Olympic
o primeiro a ficar pronto (1911), seguido pelo Titanic (1912), e pelo Britannic (1915).
Os números apresentados, inundavam a imprensa da época, voraz por informações sobre o colosso dos mares: 269metros de comprimento, 30 metros de largura, quatro chaminés com 19,81metros de altura, 29 caldeiras, 20 botes salva-vidas, 3.560 coletes salva-vidas, nove conveses, uma piscina, duas bibliotecas, quinze anteparas, etc. etc. Com uma tonelagem de 46.328 toneladas, era considerado por muitos como «insubmergível». Era tanta a autoconfiança do engenho humano que os jornais da época afirmaram que «Nem

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