da história. O capitão Smith e o engenheiro chefe Thomas Andrews foram para o fundo com o navio, no entanto, Bruce Ismay, presidente da White Star Line, embarcou num dos últimos botes, e a sociedade da época nunca o perdoaria por esse feito. Para a Comissão de Inquérito dos E.U.A., foram 1.517 as vítimas; para a Câmara de Comércio Britânico, foram 1.503; enquanto para a Comissão de Inquérito Britânica, foram 1.490 as vítimas do acidente. O número da Comissão de Inquérito Britânica parece o mais convincente descontando o fogueiro Joseph Coffy e o cozinheiro Will Briths Jr., que saíram do navio em Queenstown. Dois inquéritos posteriores viriam a julgar os culpados pela tragédia. Com a perda do Titanic e das centenas de pessoas dessa tragédia, as leis que regiam a construção dos transatlânticos nessa época, foram alteradas. A catástrofe do transatlântico da WSL, comoveu o mundo inteiro. O que aconteceu com o Titanic, ofereceu à sociedade da época, novos ensinamentos que vieram mostrar a necessidade de serem tomadas providências rigorosas para uma maior segurança de pessoas e bens nas viagens transatlânticas.
A confiança era tanta que, os proprietários do navio decidiram que o Titanic levasse somente a bordo 16 botes salva-vidas, quando tinha sido projectado para levar 64, até foram contra a utilização dos 32 botes sugeridos pelas autoridades, já que afectava a beleza do navio. Foi então concluído, que 16 botes salva-vidas era o número adequado para um navio que não poderia afundar.
O Titanic era “inafundável”, e esta frase baseia-se o facto, de que durante os primeiros anos do século XX, dos 6 milhões de pessoas que cruzaram o Atlântico Norte, apenas 9 tinham falecido em acidentes marítimos.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
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