
Os valores revelam uma subida vertiginosa: dos 900.000 escravos embarcados para a América no século XVI, para 2,5 milhões no século XVII. O comércio esclavagista penalizou profundamente a sociedade africana, ferindo-a nas suas estruturas. Para os estados coloniais, este comércio desincentivou outras perspectivas.
A presença europeia permaneceu limitada às ilhas e às zonas costeiras, onde diversos estados coloniais fixaram a sua presença: os espanhóis em Mélila e Ceuta; os portugueses na Guiné, Angola e Moçambique; os franceses no Senegal; os ingleses na Costa do Ouro; os holandeses na Colónia do Cabo.

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