
O tráfico de escravos, era um dos negócios marítimos mais tristemente célebres e lucrativos, os grandes senhores enchiam as suas feitorias, fazendo amizade com os chefes e negociantes nativos ou fomentavam a guerra nativa para poder comprar cativos de ambos os lados, por vezes eram auxiliados por membros de uma raça como os Kroo, que eram oriundos do Norte da Libéria. Esta foi, uma prática comum ao longo de 300 anos que mediaram os séculos XVI e XIX. Sequestrados em África, levaram-se os nativos em condições desumanas para os mercados americanos, europeus e asiáticos. Calcula-se que, ao longo da história, se tivessem transportado por mar cerca de 50 milhões de seres humanos para serem vendidos.
Sendo a Grã-Bretanha uma das grandes defensoras da liberdade, empenhou-se no patrulhamento da rota dos escravos utilizando para isso vários meios, como por exemplo o HMS Buzzard, o mais temido de todos os cruzadores de patrulha, que várias vezes fez com que muitos traficantes de escravos tenham visto a riqueza escapa-lhes por entre os dedos quase à vista de Morro Castle, Cuba.

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