
desembarcou no arquipélago, que o jovem cientista descreveu como um dos lugares mais fascinantes para um naturalista. Nessas ilhas, Darwin levou a cabo observações da flora e da fauna, diferentes de tudo o que tinha visto até então e que se revelaram da maior importância para a sua investigação. Seriam, efectivamente, fundamentais para os seus estudos futuros e para a elaboração da sua teoria da evolução.
Depois de mais de dois meses de trabalho nas Galápagos, a expedição fez uma escala no Taiti, para, entre outras coisas, prestar homenagem à rainha Pomaré, antes de navegar até à Nova Zelândia, onde Darwin prosseguiu com os seus trabalhos. A 12 de Janeiro de 1836, a expedição chegou a Port Jackson, na Austrália, um país cujos aborígenes interessaram a Darwin enormemente.
A seguir, o Beagle navegou até Sidney, Tasmânia e até à zona do cabo Leewin, regiões que permitiram a Darwin confirmar as teorias do geólogo Charles Lyell sobre a formação dos atóis coralinos, (a grande barreira de coral). A expedição dirigiu-se ao Índico, até à ilha de Cocos, situada a este de Java, para depois

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